Capítulo 9 – Blue e Kaluya
Kaluya
O sabor de Blue era inebriante, funcionando como um entorpecente pra mim. “Ou era sua pele macia?”
“Puta que pariu… proteção! Proteção ou eu vou engravidar essa mulher nos próximos minutos!”
Nos levei até meu quarto e a deitei em minha cama, peguei o preservativo e quando me virei novamente a encontrei esperando por mim apenas com a cinta liga no corpo e um sorriso travesso nos lábios. Ela estava sentada na ponta da cama, as pernas balançando como se estivesse me esperando para brincar.
– Senta aqui, Kaluya. – Ela disse alisando o lençol, indicando o lugar ao lado dela. Eu tinha pedido para ela me chamar de Thiago várias vezes, mas o jeito que ela falava meu sobrenome era tão fodidamente sexy que eu já nem me importava mais.
Andei até a cama e tirei a cueca antes de me sentar ao seu lado. Ela começou a se mover para o meu colo e assim que seus lábios ficaram no mesmo nível que os meus eu a beijei com toda a fome que eu tinha. Quando ela se afastou para dizer:
– Eu quero provar você. – Com as mãos deslizando por todo o meu corpo.
– Depois pretinha, depois. – Respondi rasgando o preservativo e o desenrolando no meu membro. – Agora eu preciso estar dentro de você.
Ela deu uma risadinha e nossos lábios se encontraram novamente. Minhas mãos agarraram sua bunda gostosa e a levantei, abrindo-a para mim. Sua mão segurou meu pau e o guiou até sua entradinha molhada e então Blue desceu rebolando por todo o caminho até meu pau ficar completamente enterrado nela e aquele choque que percorria meu corpo quando a tocava me dominou por inteiro, me arrancando um longo gemido.
– Puta que pariu. Gostosa do caralho. – Eu disse segurando a respiração e fechando os olhos.
Sua bunda provavelmente ficaria com a marca da minha mão, mas eu não conseguiria solta-la agora nem se minha vida dependesse disso. Sua buceta apertada estava totalmente lubrificada e se contraía em pequenos espasmos se acostumando com a minha invasão.
Era como estar no céu.
Sua respiração era pesada, quase um gemido, e sua testa estava encostada na minha. Quando abri os meus olhos encontrei os seus fechados e os lábios apetitosos abertos. Suas mãos seguravam meus ombros com força e seus seios pesados com os mamilos endurecidos esbarravam em meu peito quando respiramos. Cada terminação nervosa do meu corpo parecia reagir e registrar até mesmo aquele breve contato, mas me controlei para não me mexer a deixando se acostumar com meu tamanho.
Sem conseguir resistir, no entanto, meus lábios encontraram os seus para mais um beijo apaixonado que ela logo interrompeu me empurrando para trás, me deitando na cama. Meu pau foi ainda mais fundo com o novo ângulo e sua buceta se contraiu ainda mais me deixando louco, nós dois gememos alto ao mesmo tempo e ela levou mais tempo curvando o corpo até conseguir relaxar devagar, se acostumando com a nova posição. Com as mãos no meu peito e os olhos ainda fechados, ela começou a se mover, primeiro subindo e descendo lentamente e depois rebolando no meu pau.
– Porra… Ah! – Disse me perdendo em seu toque. Seus gemidos eram cada vez mais agudos e eu estava hipnotizado tanto por eles quanto pelo nosso prazer.
Aquela era a cena mais sexy que eu já tinha visto na vida: Blue inclinada, apoiada em meu peito, a boca aberta, a língua molhando os lábios, encaixada no meu pau, com os seios balançando com seus movimentos de sobe e desce, seu grelinho roçando em mim e sua buceta me apertando , deslizando por todo meu comprimento… Seu cheiro doce e floral dominando meus sentidos. Eu estava muito perto do meu limite.
– Olhe para mim pretinha. – Falei apertando sua bunda e aumentando o ritmo de seus movimentos. Seu olhar encontrou o meu, e nos prendemos ali como no primeiro momento.
Seus olhos eram escuros e pareciam nadar em desejo, da mesma forma que eu me sentia. Nossos corpos estavam entregues um ao outro em uma sincronia perfeita, nesse momento eu conseguiria dizer com certeza o que ela estava sentindo e por um segundo isso me assustou.
– Goza pra mim Kaluya. – Ela disse toda manhosa, empurrando minha preocupação para longe. – Goza comigo vai.
Voltei a me sentar, passando uma mão pela sua cintura e a outra segurando seus cabelos, nossas bocas se encontraram, sua buceta apertou ainda mais meu pau quando aumentamos o ritmo.
Era fodidamente alucinante as sensações que ela despertava em mim, e antes que eu pudesse voltar a me segurar meu corpo todo estremeceu com o ápice. Seu grito acompanhou o meu e eu me derramei em Blue pelo que pareceram vários minutos, eu podia sentir nosso prazer escorrendo pelas minhas bolas.
Blue se apoiou em mim, toda mole e ofegante enquanto meu pau continuava a se derramar dentro dela. Meu corpo estava num estado de satisfação assustador, mas ao mesmo tempo não conseguia relaxar, eu queria mais. Precisava de mais. A deixei respirar um pouco, fazendo carinho em suas costas e nos deitei de lado sem desfazer nosso encaixe. Depois de alguns minutos voltei a me mover lentamente, meu pau ainda duro mesmo depois de gozar forte como nunca antes. Essa com certeza era a melhor performance da minha vida, e tudo por que essa mulher me enlouquecia de tesão.
- Ah… – ela murmurou surpresa. – Como isso é possível?
Eu não respondi de imediato, me entregando totalmente a sensação de sua boceta apertada me segurando como um punho fechado. Agora ainda mais molhada com o resultado do nosso prazer. Não conseguia falar, então a devorei, meus lábios memorizando os seus com precisão. Ela começou a rebolar o quadril, totalmente entregue.
Tirei momentaneamente meu pau de dentro dela e a virei de barriga para baixo. Um som molhado delicioso se fez quando nos desencaixamos e atendendo a uma vontade absurda que me atormentava a horas dei um tapa forte em sua bunda. Como eu imaginava, Blue gemeu alto, gostando do contato mais bruto, ela empinou pra mim, seu quadril subindo vindo ao meu encontro e logo dei outro tapa e a apertei, separando a carne a fim de ver seu cuzinho pretinho já todo melado da minha porra.
Uma parte de mim sabia que nunca se recuperaria daquela visão. A mulher mais gosotosa que já tinha visto, totalmente entregue, alucinada de prazer, com a buceta e o cuzinho todo melado com a minha porra, as costas arquedas, a bunda enorme formando um coração o cabelo esparramado em meus travesseiros.
Segurei meu pau e o re-coloquei no paraíso molhado que ela me oferecia. Lentamente com medo de machucá-la por já estar apertada demais, e a cada centímetro uma pressão latejante me dominava. Fui até o fundo e voltei a ponta algumas vezes bem lentamente, me segurando para não forçar seu buraquinho. Mas a deusa em meus braços tinha outros planos, perdida em seu próprio prazer Blue aumentava o ritmo jogando seu corpo de encontro ao meu a cada estocada. Meus gemidos se misturavam com os seus quase me assustando, nunca fui o tipo de cara que fazia barulho durante o sexo mas naquele momento qualquer raciocinio lógico já tinha me abandonado, qualquer medo já tinha sido esquecido.
A segurei pelo quadril e sem conseguir me conter meti forte feito um louco como nunca tinha feito antes. Um prazer animalesco me dominava enquanto Blue gemia alto e se arqueava cada vez mais quase se levantando do colchão enquanto eu a penetrava. Sua bunda balançava a cada estocada me hipnotizando, eu sentia a umidade escorrendo pelas minhas bolas, minhas pernas… meu corpo formigou todo enquanto uma pressão quase dolorida se acumulava em minhas bolas. Sem conseguir me conter eu gozei quase caindo sobre ela, meu pau dando espasmos em seu calor perfeito e minha garganta doeu arranhada pelo que percebi depois de alguns segundos que era meu próprio grito.
Depois desse orgasmo arrebatador eu já nem tentava mais racionalizar, saí de cima dela e puxei pra cima de mim, apenas a beijei com toda a vontade que eu tinha. Passamos um tempo assim, com ela deitada em meu peito e nossas respirações se acalmando. Minhas mãos provavelmente já estavam viciadas em sua pele, deslizando por suas costas em um carinho suave.
– Ok, eu acho que é seguro dizer que você merece aquela torta. – Ela disse depois de alguns segundos, nos fazendo rir.