Convidei um casal pro meu apartamento
Olá gostosas, meu nome é Eduarda e tenho uma confissão… Eu já estava divorciada a dois anos (e insatisfeita a minha vida sexual inteira), e até tinha tentado ter alguns namoros desde o meu ex-marido mas nada que tivesse realmente ido pra frente e me dado prazer de verdade. Em um fim de semana de calor que nada estava dando certo, resolvi relaxar na piscina do prédio. Achando que por já passar das vinte horas, não teria ninguém, coloquei um biquininho, coloquei na bolsa cinco miniaturas de garrafas de uísque e desci.
Assim que cheguei, percebi que todos os condôminos tinham tido a mesma ideia, deitei em uma espreguiçadeira ao lado de um casalzinho jovem. Não pude deixar de notar que a sunga do rapaz de porte atlético e simpático estava pra explodir. Ofereci uma garrafinha para cada um e a moça perguntou: “Você mora no prédio?” Balancei a cabeça afirmativamente e ela na maior cara de pau falou: “Minha família é grande, a dele nem se fala, alugamos um apartamento aqui para o fim de semana, tem gente que vai dormir até no chão, nós estamos casados a seis meses, já viu né… mas não podemos fazer nada lá e aqui está mais difícil ainda.” O rapaz deu um sorriso triste. Eu nunca consigo segurar o que penso e falei: “Querem subir para o meu apartamento?” Os dois responderam ao mesmo tempo: “Queremos.”
No elevador eles sorriam e comunicavam-se por olhar, deixando claro a excitação dos dois. Mal fechei a porta e o safadinho já grudou a boca no pescoço dela. Sabia que eles estavam loucos para meter, mas para ser gentil perguntei: “Querem beber alguma coisa?” A menina mais do que depressa pergunta: “Você tem champanhe?” Fui à condicionadora de bebidas e voltei com uma garrafa, bem a tempo de assistir a um beijo quente em que ela estava com uma mão no cacete dele e ele com a mão na bunda dela.
Tanto a saída de banho dela quanto a camisa dele já estavam jogadas sobre o sofá, então pude avaliar o tamanho do pau que a menina ia receber e os belos seios dela. A situação toda era bem excitante e a forma como se exibiam me deixou alerta. O rapaz pegou a garrafa e balançou antes de abrir enquanto eu e ela seguramos as taças. Ao estourar, o jato da garrafa molhou os dois seios da bela moça, enchemos as taças, mas ele caiu de boca nos seios da mulher para beber a champanhe que ali ainda borbulhava, e disse: “Muito melhor que na taça, quer experimentar?” me olhando com um sorriso sacana. A menina com expressão sedutora, colocou a mão na minha nuca e puxou minha cabeça contra seu corpo e eu passei a língua naquele peitinho durinho cheio de juventude e senti meu grelo endurecer. Seus olhos castanhos claros eram sedutores e o rapaz repetiu a ação derramando a champanhe agora nos meus seios. A moça, no entanto, não esperou convite, se inclinando e lambendo os meus, afastando o sutiã do biquíni e abocanhando com vontade, levando-me a um estado de torpor maravilhoso. Senti meus olhos virarem dentro da órbita e a língua do danadinho invadir minha boca, minhas pernas tremeram e deitamos os três no tapete da sala, a menina substituiu o rapaz e o beijo tornou-se mais gostoso ainda quando ela soltou meu sutiã em alisou meus seios com os seus.
Eu não consegui falar nada, não conseguia pensar em nada, só chupava aquela língua deliciosa e gemia, nem senti quando um dos dois puxou o meu biquini, só senti meu grelão duro sendo mordiscado pelo rapaz e em seguida minha carne sensível se desmanchar sob a língua dele. Tive uma verdadeira convulsão orgástica tão forte que os dois até pararam me encarando, quando recobrei o controle ela falou no meu ouvido: “Estar com uma mulher, é algo que fantasiamos desde que fomos ao primeiro motel, ainda como namorados e assistimos um filme com um trio.” Nos beijamos e abraçados fomos para o quarto, sentei na cama e vi a bela jovem ajoelhar na cama, colocar os dois braços retos para frente e esticar o corpo, mostrando com seu quadril e tórax o desenho de um violão, maravilhada, vi aquele pau enorme procurar o cuzinho da mulher e completamente dominada pela luxuria, coloquei uma mão em cada uma daquelas nádegas volumosas e as abri, vendo o cuzinho rosa, piscando pedindo por rola. Ele primeiro enfiou o pau na vagina dela até sair melado antes de ir pro cuzinho. Meu tesão foi ao extremo quando a cabeça desapareceu no mesmo instante em que ela produziu um som encantador indicando que tinha aceito aquela monstruosidade com prazer. Soltei as nádegas e me arrastei na cama, puxando a cabeça dela contra a minha buceta, dei um gritinho ao sentir sua boca me lambendo, sentindo sua língua ir do início de meu rasgo até meu grelo, conforme os trancos que o namorado dava na bunda dela, gozei junto com ele vendo aquele quadril rebolar enquanto recebia leite de macho. Ainda tesuda, fiz o que não tive coragem de fazer quando tive uma experiência com uma lésbica, entrei embaixo da novinha e chupei sua buceta com muita vontade, levando-a a um orgasmo profundo.
Fomos os três para a ducha, e nos acariciamos muito, notando que ela não tinha ciúmes quando eu beijava seu novinho, me ajoelhei e engoli com a boca boa parte daquele cacete, percebendo que estava bem duro, me apoiei na parede e arreganhei as pernas, recebendo na buceta aquela delícia e gozei muito sentindo as cabeçadas onde nunca tinha sentindo, lá no fundo. Antes dele gozar, nós duas saboreamos aquele sorvetão juntas. Exausta e completamente relaxada, os convidei a aparecerem quando quisessem outro sexo a três.