Conteúdo literário destinado a maiores de 18 anos.

Um conto Bilquis

A três no barco

A curiosidade reuniu três pessoas. O desejo fez o resto.

ColeçãoBilquis ConfissõesTemasTriângulo · Praia · ViagemIntensidade🔥 Quente
18+

Ficção erótica para pessoas adultas. Leia no seu tempo, em um momento só seu.

Olá gostosas, meu nome é Ananda e tenho uma confissão… tenho 23 anos, sou loira e tenho os olhos castanhos. Comecei minha vida sexual aos 16 e até então só tinha tido relações com alguns namorados, nada fora do comum, nada de extraordinário. Muitas vezes me peguei fantasiando estar no lugar das personagens de harém reverso que lia, mas nunca tinha chegado nem perto de viver algo assim. Mas, no fim de semana passado, pela primeira vez, aconteceu comigo algo inesperado. É isso que vou contar aqui.

Desde pequena pratico esqui aquático. Comecei com meus pais e irmãos e, mais tarde, com amigos. Talvez por fazer isso desde sempre, todo mundo acha que eu mando bem. Como tem feito muito calor, um amigo com quem tenho uma amizade construída justamente por esse gosto em comum me convidou para passar o fim de semana numa barragem a cerca de 120 km de Lisboa, onde tanto ele quanto meu pai têm barcos.

Para minha surpresa, quando ele passou para me buscar, veio acompanhado de outro amigo que eu não conhecia. Disse que o havia convidado porque, como eu sabia, por questões de segurança não é aconselhável puxar alguém no esqui aquático sem outra pessoa a bordo. Concordei. O amigo era simpático e também gostava de esquiar.

O dia estava perfeito. Saímos logo com o barco dele e passamos a manhã inteira fazendo esqui. Os dois eram super gentis, e ali já percebi alguns olhares em meu corpo que me deixaram em um feliz estado de alerta. Paramos para almoçar uns sanduíches que tínhamos levado e beber um vinho branco bem gelado. Depois do almoço, já estávamos todos mais soltos.

Foi então que meu amigo sugeriu que nós três déssemos um mergulho completamente nus. A sugestão me pegou de surpresa, mas com a possibilidade de viver algo novo e excitante, aceitei. Mergulhamos e voltamos para o barco sem roupa nenhuma. Eu nunca tinha visto dois homens nus à minha frente e confesso que fiquei perturbada. Os dois estavam completamente duros e, sem querer, acabei fazendo comparações entre aqueles dois paus. Alguma coisa dentro de mim já dizia que aquele momento ficaria marcado na minha memória.

O barco tinha um solário grande, onde nos deitamos de barriga para cima. Fiquei no meio deles. Senti uma vontade quase incontrolável de tocar naqueles paus duros, de acabar com aquela tensão. Fiquei dividida: queria muito, mas ainda faltava coragem para dar o primeiro passo.

Foi o amigo do meu amigo quem quebrou o silêncio. Ele segurou um dos meus seios e, antes de beijá-lo, disse:

— Duas bocas, uma para casa peito, assim você se sente bem atendida.

Logo em seguida, meu amigo começou a chupar o outro. Aquilo me deixou mais à vontade, minha excitação foi no teto e comecei a acariciar os dois paus, firmes e quentes nas minhas mãos.

Um deles passou a me tocar a xoxota enquanto o outro me beijava num beijo longo, molhado. O que me acariciava se virou, me puxou para cima dele e começou a me chupar. Ficamos na posição que chamam de sessenta e nove, e minha boca caiu direto sobre o pau dele. Comecei com beijos leves, de boca fechada, até vencer meu tabu e abocanhá-lo de vez. Gostei tanto que logo senti vontade de chupar o outro também.

Enquanto isso, o outro homem me acariciava o bumbum, pressionando de leve. Eu já estava ficando louca. Meu amigo se levantou e voltou com um creme, com o qual começou a massagear a entrada do meu cu. A pressão aumentou, entrou um dedo, depois dois.

Estava em transe, nunca tinha deixado ninguém me tocar ali antes, mas a experiência foi tão boa que me deixei levar. Eu queria ser penetrada pelos dois. Mudei de posição e comecei a chupar meu amigo, enquanto o outro lambia meu cuzinho. Adorei a sensação. Meu amigo estava quase gozando na minha boca e pediu que eu parasse.

Mudamos de posição outra vez. O outro enfiou o pau na minha xoxota, comigo deitada sobre ele, enquanto meu amigo continuava metendo os dedos no meu cu, entrando e saindo. Gozei rápido, intensa, enquanto o outro se gozava dentro de mim. Quando saiu da minha xoxota, começou a lambê-la, ainda cheia do próprio gozo. Eu também o chupei e, pela primeira vez, senti o gosto do esperma de um homem na minha boca. Gostei.

Depois foi a vez do meu amigo tentar enfiar o pau no meu cuzinho. Talvez por já estar bem lubrificado e massageado, ao contrário do que minhas amigas sempre diziam, não doeu nada. Pelo contrário, senti um prazer enorme. Gozei de novo. Quando ele gozou fundo dentro do meu cu, eu o chupei e percebi que o gosto era diferente do outro, mas igualmente delicioso. Ele também lambeu todo o meu cu depois.

Depois disso, tomamos um café, mergulhamos de novo na barragem e ainda fizemos mais um pouco de esqui. Tomamos banho e fomos procurar um restaurante para jantar. Durante o jantar, por baixo da mesa, eu continuava sendo provocada pelos dois, beijada ora por um, ora por outro. Tenho certeza de que as pessoas das mesas ao lado perceberam a forma como eles me devoravam com os olhos.

O barco do meu amigo não tinha cabine. Como eu estava com as chaves do barco do meu pai, decidimos dormir lá, onde havia um camarote. Dormimos os três numa cama pequena.

A noite foi agitada. Brincamos em várias posições. Só não deu certo quando tentamos a dupla penetração. Não sei se por falta de experiência minha ou por falta de sintonia deles, depois de algumas tentativas desistimos. Adormecemos já com o dia clareando.

Quando acordamos, já era tarde. Fizemos mais um pouco de esqui e voltamos para Lisboa. Eu adorei o fim de semana — e tenho certeza de que eles também.